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Banco brasileiro reconhecido como o Mais sustentável do mundo pelo IFC e pelo Financial Times


O Itaú Unibanco foi eleito, em 16 de junho, em Londres, o Banco Mais Sustentável do Mundo no prêmio “2011 FT/IFC Sustainable Finance Awards”, concedido pelo jornal britânico Financial Times e pelo IFC (International Finance Corporation), braço financeiro do Banco Mundial. Trata-se do primeiro banco brasileiro a ser escolhido na categoria principal do prêmio. Em 2009 e 2010, o Itaú Unibanco também foi reconhecido como Mais Sustentável das Américas, concorrendo com instituições da Argentina e do México. 

Contexto
O prêmio FT/IFC Sustainable Finance Awards é a maior premiação global para investimentos e práticas bancárias sustentáveis. Ele procura destacar como as instituições financeiras criam compromisso e valores compartilhados com as partes interessadas sobre os temas do desenvolvimento sustentável. Em 2011, o prêmio também buscou retratar como os investimentos sustentáveis, principalmente fundos de pensão e fundos privados, apóiam as pequenas e médias empresas, vitais para a criação de empregos, crescimento regional e desenvolvimento econômico em todos os países. 

O Sustainable Finance Award começou como um prêmio distribuído pelo jornal britânico Financial Times a bancos e, por cinco anos, foi o único a reconhecer o esforço das instituições financeiras de todo o mundo pelo desenvolvimento sustentável. 

Em 2011, inscreveram-se no prêmio 187 iniciativas de 161 instituições representando 61 países, um recorde de participação, o que valoriza ainda mais a conquista do Itaú Unibanco. 

Sustentabilidade como estratégia de negócio

Em 2009 e 2010 o Itaú Unibanco já havia sido reconhecido, pelo mesmo prêmio, como Banco Mais Sustentável da América Latina e de Mercados Emergentes, respectivamente, Em 2011, como já ressaltamos, foi eleito o Mais Sustentável das Américas e ganhou a maior láurea, como Mais Sustentável do Mundo. 

O Itaú Unibanco ainda foi finalista na categoria Financiamento de Necessidades Básicas, com o case de crédito universitário.

Este ano, o júri do prêmio foi constituído por: Martin Dickson (Financial Times), Rachel Kyte (IFC), Isher Judge Ahluwalia (Conselho da Índia para Pesquisa e Relações Econômicas Internacionais), David Harris Head (do FUTSE, o índice de sustentabilidade da Bolsa de Londres), Mary Ellen Iskenderian (Banco Mundial das Mulheres) , Richard Laing (CDC Group) e Herman Mulder (consultor internacional de desenvolvimento sustentável). 

A PriceWaterhouse foi a entidade de auditoria que supervisou o prêmio. 

Concorreram com o Itaú Unibanco para Banco Mais Sustentável do Mundo as seguintes instituições: The Co-operative Financial Service (Reino Unido), YES Bank (Índia), Access Bank (Nigéria) e Bank Sarasin (Suíça).

O editor do Financial Times, Martin Dickson, ressaltou que o Itaú Unibanco foi escolhido num ano em que não só houve recorde de inscrições como grande qualidade dos casos apresentados, o que dá a dimensão da conquista. Dickson ainda enalteceu o esforço do banco em tornar a sustentabilidade parte central da estratégia de negócio, enfatizando que foi o fator decisivo para a concessão do prêmio máximo ao Itaú Unibanco. 

Na entrega do prêmio, Rachel Kyte, representante do IFC, lembrou que o Itaú Unibanco sempre apresentou bom desempenho no prêmio e que a fusão entre os dois bancos não interrompeu o processo. 

O Itaú Unibanco procura combinar consistente desempenho financeiro com atitudes que privilegiam a ética e a transparência no relacionamento com clientes, colaboradores, acionistas e comunidade. 

O que significa sustentabilidade na prática?

Em entrevista concedida ao Estadão no último dia 18, o presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setúbal, explicou que, para o banco, sustentabilidade significa, principalmente, ter transparência com as partes interessadas. Na prática, isso implicou, por exemplo, redesenhar os produtos para que eles fossem oferecidos a quem precisa. Em seguro de vida, por exemplo, a oferta passou a ser feita a quem de fato está interessado no produto. Sem a chamada “venda empurrada”, houve 20% de perdas em vendas, mas redução de 40% nos custos dos seguros, por conta dos menores índices de cancelamentos. 

Os financiamentos, por sua vez, passaram a levar em conta os riscos dos impactos socioambientais de forma mais preponderante. Se o impacto for considerado inaceitável, o banco não libera o financiamento. 


E às perguntas:

custa caro ser sustentável?

E dá retorno ser sustentável?

Roberto Setúbal responde:

- Se pensarmos no longo prazo (que é o melhor jeito de se pensar sustentabilidade), custa barato. As perdas imediatas podem ser compensadas por ganhos em outros setores, como demonstrou a equação do seguro de vida. 

Roberto também enfatiza que, se a empresa tem pretensão de se manter no mercado, ela vai precisar adotar práticas sustentáveis, não como alternativas, mas como necessidade para sobreviver. 

- Sustentabilidade dá retorno porque gera estabilidade e confiança na relação com as partes interessadas, mais reputação e mais valor de marca. 

Não por acaso, pelo segundo ano consecutivo, o Itaú Unibanco também foi reconhecido, recentemente, como a marca mais valiosa do Brasil em 2011, por estudo realizado pela Interbrand, consultora mundial em identidade de marca. A instituição superou o Bradesco, a Petrobras, o Banco do Brasil e a Skol para consolidar-se nessa liderança.

Fonte: http://institutoethos.blogspot.com/2011/06/banco-brasileiro-reconhecido-como-o.html



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